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Como a saúde mental influencia a obesidade?

Atualizado: 16 de fev.

Psicologia do autocuidado e do emagrecimento
Psicologia do autocuidado e do emagrecimento

A relação entre saúde mental e obesidade é bidirecional: uma influencia a outra.


Compulsão alimentar

Muitas pessoas usam a comida como forma de aliviar estresse, ansiedade ou tristeza. Isso pode levar a episódios de excesso alimentar, mesmo sem fome física.


Depressão e ansiedade

Alteram neurotransmissores, reduzem energia e motivação para atividades físicas, prejudicam o sono e aumentam a busca por alimentos mais calóricos.


Estresse e hormônios

O estresse eleva o cortisol, favorecendo o acúmulo de gordura abdominal. A ansiedade também afeta hormônios da fome e saciedade.


Sono ruim

Insônia e noites mal dormidas aumentam a fome e o desejo por carboidratos e gorduras.


Autoestima e imagem corporal

Insatisfação com o corpo pode gerar dietas restritivas, efeito sanfona e mais sofrimento emocional.


E o contrário também acontece. A obesidade pode impactar a saúde mental devido a:

  • preconceito e estigma social

  • experiências negativas em atendimentos de saúde

  • inflamação associada a alterações de humor

  • frustração com tentativas repetidas de emagrecimento


Isso pode criar um ciclo difícil de romper.

O caminho não é apenas “força de vontade”.


É preciso trabalhar:

✔️ relação emocional com a comida

✔️ identificação de gatilhos

✔️ alimentação consciente

✔️ abandono da mentalidade de dieta restritiva


Não existe emagrecimento sustentável sem saúde mental.

No tratamento da obesidade, cuidar da mente não é opcional — é essencial.


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