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Últimos Artigos


Catastrofização: o que é, por que acontece e como abordá-la na terapia
O paciente não está exagerando por escolha: ele está preso em um circuito mental que superestima riscos e subestima sua própria capacidade de lidar com eles. Por isso, antes de qualquer técnica, o primeiro passo do terapeuta é validar essa experiência. Um bom entendimento diz que para o paciente o que ele sente é real, não dá pra negligenciar isso.

Psicóloga Dra Ana Lucia Guimarães
2 de abr.2 min de leitura


Burnout Docente: Quando a Chama do Ensinar se Apaga
O magistério é uma das profissões com maior incidência de transtornos mentais e comportamentais, ocupando o topo das estatísticas de afastamentos laborais. O que muitas vezes é rotulado apenas como "cansaço de final de bimestre" é, na verdade, a Síndrome de Burnout — um fenômeno psicossocial decorrente do estresse crônico no ambiente de trabalho. Para nós, psicólogos e educadores, é vital compreender que o burnout não é uma falha de caráter ou fraqueza individual, mas uma re

Psicóloga Jessyka Marques
25 de mar.6 min de leitura


A Gestão de Sala de Aula começa na Regulação Emocional do Professor
Entrar em uma sala de aula hoje é um exercício de vulnerabilidade. Entre o sinal que toca e a última chamada, o professor atravessa um campo minado de demandas: o conteúdo que precisa avançar, o aluno que traz o conflito de casa, a gestão que cobra resultados e, principalmente, o barulho ensurdecedor da própria exaustão. Como psicóloga e professora, observo que a pergunta "como gerir minha turma?" quase sempre esconde um pedido de socorro: "como eu sobrevivo emocionalmente a

Psicóloga Jessyka Marques
9 de fev.3 min de leitura


Desvendando a Ansiedade
Você já sentiu o coração disparar sem aviso, as mãos suarem frio e uma sensação iminente de que algo terrível estava para acontecer, mesmo estando seguro no sofá da sua sala? Se sim, você provavelmente experimentou uma crise de ansiedade.
Muitas vezes, achamos que a ansiedade surge do nada, como um raio em céu azul. Mas, na psicologia, entendemos que ela raramente é aleatória. Ela começa muito antes do sintoma físico: ela começa na interpretação.

Psicóloga Tatyana Reis
2 de fev.3 min de leitura
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